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25 de mar. de 2013

Hugo Chavez

especial postagem a ser feita em homenagem ao grande Hugo Chavez...

coisa muy grande

20 de mar. de 2013

Sobre consumidores, empresas e suas marcas

...na tese de Achbar e Abbott, essa personificação abstrata de PESSOA JURÍDICA emprestada às empresas possibilitou-lhes agir como entidades que não seriam convenientes ou aturadas se fossem simplesmente...

Pessoas Físicas

O doutor Robert D. Hare, professor de psicologia na University of British Columbia, mostra, no filme, que quase todas as grandes corporações seriam diagnosticadas como psicopatas pelos critérios adotados pelo FBI, onde é consultor:
1) Indiferença e insensibilidade para com os sentimentos dos outros;
2) Incapacidade de manter relações duradouras;
3) Desrespeito e imprudência pela segurança dos outros;
4) Seduz, mente e engana repetidas vezes para lucrar;
5) Incapacidade de sentir culpa;
6) Falta de habilidade para se conformar às normas sociais respeitando comportamentos lícitos.

(vale a pena ler inteiro)

4 de ago. de 2009

1986-2009

Parque de diversões... em Chernobyl - 2009
( de http://timmsuess.com )



Latuff 2009
( http://latuff2.deviantart.com )

6 de nov. de 2008

Inveja


O sistema eleitoral dos estados unidos é pateticamente atrasado e caótico, mas em um aspecto é democracia na veia - aproveitam as eleições para plebiscitos regionais sobre qualquer assunto.
(claro que num sistema de governo federativo de verdade, não como o nosso de mentira, em que os estados não têm quase nenhuma autonomia).

Agora na eleição do Obama, a segunda "pergunta" na cédula do estado de Massachusetts foi:

"Você concorda com a alteração legal de penas de detenção ou prisão pela posse de uma onça (28,34 gramas) de marijuana, substituindo-a por uma multa de US$ 100,00, podendo ser paga por correio sem advogados e tribunais, como uma multa de trânsito ?"

Resultado : o SIM venceu com 65%.

21 de jul. de 2008

ainda os pátios

Então os pátios dos católicos espanhóis sempre tinham varandas, os nossos 'portugueses' não ?


Colégio São João Batista, jesuíta em Nova Friburgo-RJ.

Mapa ego-múndi

Aqui no Travel Buddy você pode fazer um planisfério dos países em que já esteve. Sei lá, bom para ficar uns minutos olhando, tipo 'nada mau, podia ser melhor, podia ser pior, podia...'


11 de mai. de 2008

"A história das coisas"



Uma história real do consumismo mercantilista das últimas décadas. Vinte e um minutos de conscientização sobre as origens da predação do planeta e o estado em que o deixamos.

Imperdível para os sedentos de consciência.

21 de abr. de 2008

Infância


Revista argentina Hobby, "Ideas interesantes, de facil realizacion para grandes y chicos" - faça você mesmo - tudo !

Paranazão

O belíssimo Rio Paraná, na altura da província de Misiones-AR, em viagem de barco de Foz do Iguaçu a Buenos Aires, em 2004. Barquinho com motor diesel de 8 HP, 40 dias inesquecíveis.

15 de abr. de 2008

Quitandinha - Petrópolis-RJ



Ainda é assim, lindo. No local, nos anos cinquenta, foram cheiradas grandes fortunas.

A fiação de La Paz



Um vero folclore, voyerismo urbano, ficar contemplando as fiações de La Paz, as fotos dizem tudo.
E curioso é que é uma das poucas ou a única cidade em que há um 'city tour' de ônibus de dois andares, sendo o segundo aberto, 'conversível' - emoções fortes !

(Dizia o tio Durval de um amigo : "Deus é eletricidade!")

... mas também tem a Índia :



24 de set. de 2007

A fraude do vôo 93

Aqui tem mais, nem precisa entender inglês para acreditar que esta também fez parte do golpe republicano no 11 de setembro :



Este mostra o que aconteceu com os passageiros do vôo verdadeiro. Cada passageiro deve ter sido bem ameaçado de morte de filme americano para nunca abrir a boquinha...

1 de ago. de 2007

Sol da Meia Noite


Mano,

Com minhas andanças um tanto precoces acabei por vezes aprendendo coisas na prática, dessas que não tivemos saco de estudar na escola, ou - mais provável - não nos foi ensinado.

Em junho de 1974 saímos da Suíça para a Suécia. O dinheiro estava acabando e um amigo que morava em Paris, a caminho de Estocolmo, nos havia falado que lá se podia trabalhar legalmente por três meses e ganhar uma grana que daria pro resto do ano na Europa.

A viagem de carona foi ótima, como todas. Pelo final da tarde do segundo dia, perto de Frankfurt, um cara que só falava alemão parou. Logo depois estacionou ao lado de uma cabine telefônica nos dizendo : "Ein moment". Voltou tentando dizer "home" e fomos prá casa dele.

Lá estava sua mulher e duas filhas adolescentes, que falavam inglês. As meninas ficaram excitadíssimas com aqueles dois seres um tanto exóticos que o pai havia trazido para casa. A mulher dele nos disse que era a primeira vez na vida que ele dava carona para alguém (sempre viajamos não só de casalzinho mas vestidos para despertar bons sentimentos, tão bons quanto nós éramos mesmo).

Disseram que podíamos dormir num apartamento abaixo, de outra filha que estava viajando. Ele era arquiteto e todo o prédio de três andares era dele. E que no dia seguinte podíamos seguir com eles para Travemünde, Alemanha, onde iriam buscar a filha e bem no porto do Ferry Boat para a Dinamarca.

Lanchamos pães pretos que pareciam de madeira e fomos prá varanda tomar licor e ouvir interessantes coisas da história urbana recente de Frankfurt, já que na guerra quase tudo tinha virado pó. Depois saímos de carro para ver a cidade à noite.

Viajamos o dia seguinte inteiro, pois a tal Alemanha é uma coisa grande entre aqueles micro-países. À tarde eu comentava o estranho que era nos aproximarmos razoavelmente do Pólo Norte e o calor ir aumentando, janelas abertas e o barulhão do vento quente. À tardinha nos despedimos deles (ah, que lástima não haver e-mails naquela época, e as pessoas se perderem no tempo).

Cruzamos para a Dinamarca e à tarde de novo a carona nos convidou para dormir. Bueno, visitamos Copenhague e outro Ferry pra Suécia. A fama era que lá eles não davam carona. Pegamos uma logo. Um cara todo sujo num carro todo sujo com mil tralhas sujas dentro. Era o Hokan, o maior cientista de insetos da Suécia e vinha 'de campo'. Estocolmo estava a umas 10 horas e no final - pra variar - "convenceu-nos" de que aquilo não era hora de chegar numa cidade grande e que devíamos acompanhá-lo e dormir em sua fazenda perto de Estocolmo. Era linda, a mulher dele também, todos doces simpatias. Saímos pra colher cogumelos normais, bebemos um montão de vinho e fomos dormir pela uma da manhã.

Todo este conto pra dizer que era o "Midsommardag", o solstício de verão naquele dia, e à uma da manhã o sol se punha mas não chegou a escurecer quase nada, pelas duas já nascia de novo. Assim foi meu primeiro contato com o sol da meia noite. O sono foi estranho pois o quarto não tinha cortinas - eles têm pouco tempo de sol e não desperdiçam - e adormecemos assim com um sol de oito da manhã na cara.

Saímos da Suécia no dia 20 de setembro e já anoitecia pelas três da tarde.

31 de jul. de 2007

Medo


Estes dias andei lendo o livro O medo na cidade do Rio de Janeiro – Dois tempos de uma história - de Vera Malaguti Batista – ed. Revan 2003 - Um competentíssimo estudo sociológico, desde os medos causados as elites pelas multidões nas cidades com a revolução Industrial até a nossa escravatura e a cidade na atualidade. O tema não deixa de lembrar o medo como forma de controle de que trata o filme “Tiros em Columbine”, do diretor Michael Moore. Acho mesmo que incluirei neste depositário de textos a serem lembrados algumas passagens desta interessante obra, alguns até cômicos, se não fossem trágicos.

A dedicatória já me toca especialmente : “Para Leonel Brizola, pelo destemor com que enfrentou o Império; pelo medo que sempre despertou nos caretas e nos covardes.”

A página 107 relembra-me o fato surreal que tanto revela da nossa “sociedade cordial” :

“No dia 4 de agosto de 2000, o Movimento dos trabalhadores Sem-Teto (MTST), integrado por moradores de ocupações na Baixada fluminense e na zona oeste, “invadiram” um shopping, uma espécie de templo do consumo no Rio de Janeiro, o Rio Sul. Na verdade era uma invasão estética, já que o objetivo era passear no shopping, e não tomá-lo. As autoridades da Segurança Pública no Rio de Janeiro souberam da iniciativa e tomaram precauções: os ônibus em que estavam os sem-teto foram parados na Avenida Brasil e impedidos de prosseguir por falta de documentos. Os sem-teto seguiram em ônibus comuns e encontraram o Rio Sul guardado por 40 policiais. A dona de casa Elizabeth da silva, 36 anos, do acampamento Araguaia, chorou ao ver os policiais: “Nós não vamos mexer em nada! Por que isso ?” (JB, 05-08-2000).

Segue comentários "dos dois lados" e análises do fato. Lembrança e reflexões imperdíveis.


15 de jun. de 2007

Paris - Descrição do século 18

Sobre o problema dos mortos na Paris do século 18 Foucault cita o exemplo do “Cemitério dos Inocentes”, no centro da cidade e reservado para pessoas que não podiam pagar um túmulo individual :


“O amontoamento no interior do cemitério era tal que os cadáveres se empilhavam acima do muro do claustro e caiam do lado de fora. Em torno do claustro, onde tinham sido construídas casas, a pressão devida ao amontoamento de cadáveres foi tão grande que as casas desmoronaram e os esqueletos de espalharam em suas caves provocando o pânico e talvez mesmo doenças. Em todo o caso, no espírito das pessoas da época, a infecção causada pelo cemitério era tão forte que, segundo elas, por causa da proximidade dos mortos, o leite talhava imediatamente, a água apodrecia, etc. este pânico urbano e característico deste cuidado, desta inquietude político-sanitária que se forma à medida que se desenvolve o tecido urbano”.

Desenhos, carros


O prazer de admirar desenhos de magníficos carros, aqui e aqui.

9 de jun. de 2007

Durma-se com um barulho destes

Sempre me impressionou - ao contrário de nosotros caiçaras y caipiras - os níveis de desenvolvimento e de consciência política dos vizinhos argentinos

No entanto, Camões vivendo e aprendendo :

Nós elegemos e reelegemos o lesa-pátria sonso


Mas eles elegeram e reelegeram o lesa-pátria cafona Mayor


Na próxima encadernação quero muito mesmo entender as tais de massas.