
Depositário, reproduteca e achismos de uma consciência atordoada, eventuais espasmos de entusiasmo.
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3 de ago. de 2009
11 de mai. de 2009
Os aviões da vida
Voltando para casa da exposição "Memória da Aeropostale", seus lindos aviões e destemidos pilotos, deu vontade de criar um albinho dos aviões em que já 'andei'.
Incompleto por falta de registros de fotos ou por não incluir uns mixurucas ou por também faltarem os novos Boeings e Airbus - todos os modelos que me desculpem de todo o coração.
28 de nov. de 2008
Terrorismo covarde e insidioso

Final do ano de 1966.
( Causo inédito - só foi contado para pouquíssimas pessoas durante a vida ).
Ônibus da linha Rio-Barbacena, após alguma parada de comer qualquer morte-lenta tipo misto quente daqueles anos sessenta.
Noite, uniforme horrível de algodão barato da aeronáutica. Todos dormem no ambiente abafado. O ônibus balança ao longo das muitas curvas da estrada.
Sinto que as entranhas estão ressentidas de alguma coisa. Não consigo dormir.
Começo a peidar, dum jeito macio, insidioso. Noto que cheira muito mal.
Imagino que se passaram uns 10 minutos.
De repente, o motorista freia, fala alguns impropérios e estaciona o ônibus no acostamento, imediatamente abrindo a porta e abandonando o coletivo às pressas. Aos poucos e também rapidamente, os demais passageiros acordam, sentem a intensidade do mau cheiro e saem às pressas e vociferando para o acostamento da estrada, umas 45 pessoas.
Saí junto e participei anônimo daquele evento inusitado de que fui ator principal. Todos os passageiros aguardando uns 10 minutos ao lado de um ônibus na fria noite de Minas Gerais.
Aos 17 anos de idade, eu havia parado um ônibus de linha. Com um peido !
( Causo inédito - só foi contado para pouquíssimas pessoas durante a vida ).
Ônibus da linha Rio-Barbacena, após alguma parada de comer qualquer morte-lenta tipo misto quente daqueles anos sessenta.
Noite, uniforme horrível de algodão barato da aeronáutica. Todos dormem no ambiente abafado. O ônibus balança ao longo das muitas curvas da estrada.
Sinto que as entranhas estão ressentidas de alguma coisa. Não consigo dormir.
Começo a peidar, dum jeito macio, insidioso. Noto que cheira muito mal.
Imagino que se passaram uns 10 minutos.
De repente, o motorista freia, fala alguns impropérios e estaciona o ônibus no acostamento, imediatamente abrindo a porta e abandonando o coletivo às pressas. Aos poucos e também rapidamente, os demais passageiros acordam, sentem a intensidade do mau cheiro e saem às pressas e vociferando para o acostamento da estrada, umas 45 pessoas.
Saí junto e participei anônimo daquele evento inusitado de que fui ator principal. Todos os passageiros aguardando uns 10 minutos ao lado de um ônibus na fria noite de Minas Gerais.
Aos 17 anos de idade, eu havia parado um ônibus de linha. Com um peido !
6 de nov. de 2008
Como dobrar uma camiseta

Tá olhando o quê ?
Mas desde que entrei no site "How to fold a shirt", nunca mais dobrei camisetas de outro jeito.
Além disso, mucho loco o linguajar oriental especialmente histérico.
21 de jul. de 2008
ainda os pátios
Então os pátios dos católicos espanhóis sempre tinham varandas, os nossos 'portugueses' não ?
15 de jul. de 2008
snob
Então, visitando o jardim da amiga, a gente se depara com uma esnobação destas.
É, esnobação, sim, dona NATUREZA !
Onde já se viu, como se não bastasse a sua SUPERIORIDADE em cada um dos seus itens desdenhadamente soltos aqui e ali, everywhere.
Contrastando com a nossa mediocridade e ganância - partout.
Uma planta desenhada DENTRO DE UMA PLANTA ! ? ! ?
Dá licença - deve ter mensagem nisto...
OK, captei sua mensagem. E me extingui.
É, esnobação, sim, dona NATUREZA !
Onde já se viu, como se não bastasse a sua SUPERIORIDADE em cada um dos seus itens desdenhadamente soltos aqui e ali, everywhere.
Contrastando com a nossa mediocridade e ganância - partout.
Uma planta desenhada DENTRO DE UMA PLANTA ! ? ! ?
Dá licença - deve ter mensagem nisto...
OK, captei sua mensagem. E me extingui.
15 de abr. de 2008
semoventes
11 de abr. de 2008
Situações

Talvez meu primeiro contato com essa coisa que responde pelo nome de 'auto-ajuda' tenha sido numa situação simples que não tinha nada a ver com existencialidades :
Lá por 1972, fazia curso de multimotor no sul da califórnia. Um treinamento destes é basicamente se pilotar um avião diferente, que tem um motor em cada asa, quer dizer, o diferente é que se um dos dois bichos pára temos que nos virar para manter a coisa voando com a metade das coisas feitas para mantê-lo no ar.
Tudo se torna bastante instável e a tendência do aprendiz é puxar o manche quando o bicho está descendo e os instrumentos dizem que a coisa se passa a, digamos, uns 20 metros por minuto. Só que depois da atuação do aprendiz para corrigir puxando o manche, a tendência é o avião dar a sensação de estar subindo, o instrumento mostrar que está sendo a uns 20 metros por minuto.
(espero que o texto acima tenha passado a idéia da tal instabilidade).
Pois no primeiro dia numa situação destas, o instrutor, sentado ao meu lado, falou :
"Faz só a metade do que você acha que deve".
A frase acabou estando presente em variadas situações pelos quarenta anos seguintes da minha vida.
13 de fev. de 2008
Semoventes no Perú e Bolívia
Perú e Bolívia mostram curiosidades interessantes, algumas lembrando o sudeste asiático :


Potosi e Sucre, na Bolívia : quase todos os micro-ônibus são "Nissan - Civilian" importados usados da China. Interessante que todos preservam os letreiros laterais em chinês. E parecem ser bons, limpos e funcionais. Se o Brasil não fosse metido a segundo mundo...





Potosi e Sucre, na Bolívia : quase todos os micro-ônibus são "Nissan - Civilian" importados usados da China. Interessante que todos preservam os letreiros laterais em chinês. E parecem ser bons, limpos e funcionais. Se o Brasil não fosse metido a segundo mundo...

Na Bolívia quase todos os táxis são Toyota dos anos 90. Importados usados do Japão.
Já havia ouvido falar mas pude fotografar a direção na esquerda e o painel de intrumentos na direita. É que no Japão a coisa funciona 'à inglesa', mas na Bolívia ao menos o volante tem que ser na esquerda.
No país, quase todos os veículos de serviço são Toyota, em geral importados usados. Os de Cochabamba e provavelmente Santa Cruz tem câmbio automático, um luxo.
Um taxista possuia um ano 90, importado usado em 97, quase vinte anos de uso e um carro inteiro. Outro um modelo automático 96, importado em 2003 por US$ 4.000,00, inteiríssimo.
"Porque nada brasileiro ?" Mais caros, frágeis e com lataria muitíssimo inferior para as condições da Bolívia.
Detalhe - a Toyota mantém 100% de peças de reposição no mercado local.
Já havia ouvido falar mas pude fotografar a direção na esquerda e o painel de intrumentos na direita. É que no Japão a coisa funciona 'à inglesa', mas na Bolívia ao menos o volante tem que ser na esquerda.
No país, quase todos os veículos de serviço são Toyota, em geral importados usados. Os de Cochabamba e provavelmente Santa Cruz tem câmbio automático, um luxo.
Um taxista possuia um ano 90, importado usado em 97, quase vinte anos de uso e um carro inteiro. Outro um modelo automático 96, importado em 2003 por US$ 4.000,00, inteiríssimo.
"Porque nada brasileiro ?" Mais caros, frágeis e com lataria muitíssimo inferior para as condições da Bolívia.
Detalhe - a Toyota mantém 100% de peças de reposição no mercado local.

Pisco, Perú - Seis meses depois do terremoto de agosto de 2007.
6 de jun. de 2007
Efeitos
21 de abr. de 2007
Sonzão
7 de abr. de 2007
15 de mar. de 2007
My grandfather´s girls

Uma delícia este sítio de um polonês, "As garotas de meu avô". Com o mouse folheia-se e até destaca-se folhas de um antigo livro erótico. Ao som de Summertime.
11 de mar. de 2007
9 de mar. de 2007
1 de mar. de 2007
Lusitanidades
Em Portugal usam a expressão "foda-se" para alguns casos em que no Brasil usamos "porra". Outro dia tentava com um amigo falar coisas do jeito deles lusos, fica muito estranho e sem sentido. Experimente :
- "Tira a mão daí, foda-se !"
- "Foda-se, este chopp tá quente !"
2 de dez. de 2006
Desenhos - Wilson Junior, "Juninho"
Os desenhos abaixo são de Wilson Junior, um jovem de Taubaté-SP, para a banda Supercordas, do Rio.
Chama a atenção não só a beleza sofisticada como a adequação perfeita do espírito de cada capa com o sentimento e a característica das músicas de cada álbum.
O Juninho vai longe ! ( juninho343@hotmail.com )
Chama a atenção não só a beleza sofisticada como a adequação perfeita do espírito de cada capa com o sentimento e a característica das músicas de cada álbum.
O Juninho vai longe ! ( juninho343@hotmail.com )


Tem passado na TV ( nov-dez-2006 ) um disco da Som Livre que lembra esta capa. Esta é do primeiro semestre de 2004.

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